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Archive for the ‘Economía marxista’ Category

“Salvar el capitalismo, o las confesiones del ministro de finanzas griego”: José A. Tapia

25/02/2015 Deja un comentario

2cc53f66-5c40-4116-84bb-5744e0fea901-1020x612 En mayo de 2013 el que era entonces solo un economista más o menos conocido en medios de izquierda, Yanis Varoufakis, hizo una larga presentación en el 6o Festival Subversivo de Zagreb, Croacia. El Festival Subversivo, que celebrará este año su 8a edición, ha sido lugar de encuentro de luminarias de la izquierda como Slavoj Žižek, Alexis Tsipras, Oliver Stone, Antonio Negri, Gianni Vattimo o David Harvey. En la edición de 2013, Varoufakis, hoy ministro en el gobierno de Syriza, habló cerca de una hora y luego contestó a preguntas. Varoufakis es greco-australiano, fue docente por muchos años en Australia, Inglaterra y EEUU y su presentación en Zagreb, en inglés, se ha difundido también en una versión transcrita, titulada ”Confessions of an erratic Marxist in the midst of a repugnant European crisis”. Se entiende fácilmente que en castellano eso sería algo así como “Confesiones de un marxista excéntrico” (o quizá fuera mejor traducción “descarriado”) “en medio de una repugnante crisis europea”. Leer más…

“Money and Say’s law: on the macroeconomic models of Kalecki, Keen, and Marx”: José A. Tapia

20/02/2015 Deja un comentario
img_0209Abstract

Kalecki’s model of aggregate income and aggregate spending, and their dynamic relations was very likely influenced by Marx’s schemes of reproduction. This paper argues, first, that in both Kalecki’s model and in Marx’s simple reproduction, money and credit play no role, so that rather than a monetary economy, these models portray a barter economy which follows Say’s law. Second, that Steve Keen’s recent proposition that aggregate demand is the sum of income plus the change in debt is a step toward an aggregate macroeconomic model in which the market economy is portrayed in a more realistic way. Third, that Marx’s expanded reproduction scheme somewhat forces the consideration of money in the model, which makes evident that hoarding is a basic mechanism for the creation of excess supply. Fourth, that a proper macroeconomic model that portrays the market economy without abstracting essential characteristics of it must not ignore (1) money, fulfilling its role of purchasing power reservoir, and (2) credit, as a two-edged tool that creates purchasing power in the short run and macroeconomic strain in the long run.
1. Introduction

 

In 1954, Michal Kalecki published his Theory of Economic Dynamics, where he claimed that key aspects of his macroeconomic views had been already presented in papers published in 1935. In a concise and elegant way, Kalecki was addressing the issue of intellectual precedence –in macroeconomic matters– over Keynes, who had published his General Theory in 1936.

In Theory of Economic Dynamics, Kalecki presented his profit equation (see figure 1 –at the end of this paper) as the corollary of a simplified macroeconomic model of a closed economy in which both government expenditure and taxation are negligible, so that the gross product is the sum of gross investment and consumption. In these conditions, gross profits equal gross investment plus capitalists’ consumption. This is Kalecki’s profit equation, which had a major impact in post-Keynesian economics. Leer más…

“O Feitiço do Tempo: A crise financeira de 2007/2008 nas telas do cinema”: Marcelo Dias Carcanholo, João Leonardo Medeiros

20/02/2015 Deja un comentario

Film Fall PreviewResumo
Passado um bom tempo do estouro da atual crise do capitalismo, ainda não é claro se a crise foi superada ou se continua entre nós, provocando a quebra financeira da Europa. Três produções estadunidenses são particularmente hábeis ao expor o jogo financeiro sujo e irresponsável que funcionou como gatilho da crise: Capitalismo: uma história de amor (2009), de Michael Moore; Wall Street: o dinheiro nunca dorme (2010), de Oliver Stone; e Trabalho Interno (2010), de Charles Ferguson. O propósito do artigo é contrastá-las, discutindo a  capacidade dos filmes em (1) associar a crise ao funcionamento regular do capitalismo; (2) perceber a desarticulação, no plano teórico e prático, da mobilização anticapitalista como elemento decisivo do atual estágio do capitalismo; e (3) vislumbrar uma superação da crise para além dos marcos do próprio pensamento conservador, hoje pendendo para as costumeiras demandas por regulação estatal.

Palavras-chave: crise; capitalismo contemporâneo; cinema; estranhamento; alienação. Leer más…

“Harvey e o enigma da crise econômica recente”: Alex Wilhans Antonio Palludeto, Rogerio P. de Andrade

20/02/2015 Deja un comentario

harvey-enigma-of-capital-front-cover-5d1655d50599a7d787274c1583e46830Resenha do livro: HARVEY, D. The enigma of capital and the crises of capitalism. 2. ed. London: Profile Books, 2011. Edição brasileira: O Enigma do Capital. São Paulo: Boitempo, 2011.

Embora não exista na obra de Marx, de forma bem articulada e sistematizada, uma teoria geral da crise capitalista, este tema é objeto recorrente de análise na economia política marxista. Não é surpresa, portanto, que a última grande crise do capitalismo, conhecida como “Grande Recessão”, ainda seja objeto de análise por uma ampla gama de teóricos marxistas contemporâneos, como, por exemplo, Andrew Kliman, John Foster e Fred Magdoff, Gerard Duménil e Dominique Lévy, e David Harvey, para citar alguns.

Um aspecto central das teorias das crises capitalistas de inspiração marxista é que as crises são o resultado da operação das contradições inerentes ao modo de produção capitalista. Elas não decorrem de eventos que acontecem fora do sistema econômico, mas emergem em virtude do seu próprio desenvolvimento. A questão que se coloca é: quais são essas contradições? A identificação daquela que se crê central na explicação da crise é o que separa as várias abordagens marxistas sobre o tema. Neste sentido, na literatura econômica marxista existem três vertentes mais gerais que procuram explicar a natureza das crises: a teoria do subconsumo (por exemplo, Rosa de Luxemburgo, Paul Sweezy); a das desproporções interdepartamentais (Rudolf Hilferding); e a baseada na lei da tendência à queda da taxa de lucros (Paul Mattick, David Yaffe). Leer más…

“O Capital Monopolista-Financeiro e a Grande Recessão”: Alex Wilhans Antonio Palludeto, Rogerio P. de Andrade

20/02/2015 Deja un comentario

PB1849Resenha Bibliográfica: FOSTER J. B.; MAGDOFF, F. The Great Financial Crisis: Causes and Consequences. New York: Monthly Review Press, 2009.

A análise econômica marxista é marcada pela existência de abordagens reconhecidamente distintas. Há controvérsias recorrentes acerca do significado de quase todo o legado de Marx e de sua adequação para a compreensão dos fenômenos econômicos modernos. As inúmeras interpretações sobre a crise recente que o tomam como principal referência ilustram a pluralidade e a vitalidade que caracterizam a  economia política marxista.

Embora não exista na obra de Marx de forma bem articulada e sistematizada uma teoria geral da crise capitalista, este tema é objeto recorrente de análise na economia política marxista. Não é surpresa, portanto, que a última grande crise do capitalismo, conhecida como “Grande Recessão”, seja área de estudos de uma ampla gama de teóricos marxistas contemporâneos, como, por exemplo, David Harvey, Andrew Kliman, Gerard Duménil, John Foster e Fred Magdoff, para citar alguns.

Um aspecto central das teorias das crises capitalistas de inspiração marxista é que as crises são o resultado da operação das contradições inerentes ao modo de produção capitalista. Leer más…

“Crítica a una sección de “Valor, Capital industrial y Renta del suelo” escrita por Esteban Ezequiel Maito”: Alan A. Deytha Mon y A. Sebastián Hdez. Solorza

06/02/2015 Deja un comentario

Karl Marx ✆ A.d. © Ñángara MarxNos agrada de sobremanera que Esteban Ezequiel Maito se interese por un tema esencial como el que se discute en este espacio y  compartimos un punto muy especial: definir la magnitud del valor como el cociente entre el tiempo total de trabajo desempeñado y la cantidad total de mercancías producidas. Ahora bien, nuestro objetivo es presentar una breve crítica del primer apartado de su artículo en proceso “Valor, Capital industrial y Renta del Suelo” hasta el cuadro N° 4. Esto para poder lograr una discusión más a fondo sobre el tema de la plusvalía extraordinaria. Debemos aclarar que defendemos la postura de la transferencia como explicación de la plusvalía extraordinaria de acuerdo a como se ha desarrollado en: “CRÍTICA A LA INTERPRETACIÓN QUE HACE ROLANDO ASTARITA DE LA PLUSVALÍA EXTRAORDINARIA. EXPOSICIÓN DE LA TEORÍA MARXISTA DEL VALOR”.

Consideramos que son 4 los errores principales en los que incurre Esteban Ezequiel Maito:

1) No tomar en cuenta el fundamento de la definición de la magnitud del valor.

2) Tomar en cuenta todas las variables en términos de unidades de tiempo únicamente y no en términos de dinero.

3) No considerar el proceso de Inversión, compra de elementos de producción (fuerza de trabajo y medios de producción), producción, venta de mercancías e ingresos que Marx resumía en: D – M – D’.

4) Considerar que la relación oferta-demanda determinan la magnitud de valor. Leer más…

“Los límites del keynesianismo”: Michel Husson

26/01/2015 Deja un comentario

El estancamiento europeo parece dar la razón a los “análisis keynesianos”. Su leitmotiv consiste en decir: la austeridad genera recesión y deuda, por lo tanto es una política absurda. Sería mejor relanzar la actividad económica mediante políticas monetarias y presupuestarias más dinámicas e incrementar los salarios y/o la inversión pública. Esta forma de presentarlo es un poco simple, pero constituye un resumen provisional del núcleo duro del discurso que, para entendernos, llamaremos “keynesiano”.

La crítica que se puede hacer a este discurso se basa en la siguiente dialéctica: 1. Las propuestas “keynesianas” son correctas en parte; 2. Pero hacen abstracción de la lógica interna del capitalismo y, por lo tanto, 3. Conducen a alternativas incoherentes, por incompletas.

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Categorías:Economía marxista

“Crítica a la interpretación que hace Rolando Astarita de la plusvalía extraordinaria. Exposición de la teoría marxista del valor”: A. Sebastián Hdez. Solorza y Alan A. Deytha Mon

05/01/2015 Deja un comentario

Este artículo presenta una exposición de los elementos fundamentales de la teoría marxista del valor con un sustento matemático para con ello criticar la interpretación sobre la plusvalía extraordinaria que ha presentado recientemente Rolando Astarita. El objetivo principal del trabajo es brindar una construcción teórica que sirva a otros investigadores para desarrollar la teoría económica marxista y para debatir constructivamente con investigadores marxistas en la búsqueda de un consenso en la teoría económica marxista.

Introducción

Rolando Astarita ha presentado recientemente en la revista SinPermiso, en la revista Matxingunea y en su Blog su crítica a la explicación que otros teóricos marxistas como Mandel, Shaikh y Carchedi dieron de la plusvalía extraordinaria así como su propuesta de explicación basada en el concepto trabajo potenciado que ya había expresado en libros anteriores (Astarita 2006 y 2011). Esta crítica y propuesta que presenta busca ayudar a “replantear este necesario debate” sobre la plusvalía extraordinaria y su(s) fuente(s).

Concordamos con Astarita en que este debate es necesario y como él dice no es nada más necesario por el tema del plusvalor extraordinario sino que es fundamental porque también nos redirige a dos cuestiones esenciales de la teoría económica marxista: 1) aquellas que son la base del plusvalor extraordinario como la teoría del valor, del dinero y del plusvalor; y 2) aquellas que se basan o están vinculadas con el plusvalor extraordinario como la teoría de la renta y del comercio internacional. Leer más…

“David Harvey, monomaniacs and the rate of profit”: Michael Roberts

05/01/2015 Deja un comentario

David Harvey is a Distinguished Professor at the City University of New York (CUNY), Director of The Center for Place, Culture and Politics (http://pcp.gc.cuny.edu/) and author of numerous books. For over 40 years, he has been one of the world’s most trenchant and critical analysts of capitalist development. And he has developed a global audience for his on-line video lectures on reading Capital, (see http://davidharvey.org/). Harvey won the 2010 Isaac Deutscher prize for the best Marxist book of the year with The Enigma of Capital (http://www.amazon.com/Enigma-Capital-Crises-Capitalism/dp/0199836841).

I have commented on Harvey’s contributions to Marxist economics on various occasions on my blog.
https://thenextrecession.wordpress.com/2010/09/03/views-on-the-great-recession-david-harvey-and-anwar-shaikh/
https://thenextrecession.wordpress.com/2011/11/13/david-harvey-marxs-method-and-the-enigma-of-surplus/
https://thenextrecession.wordpress.com/2014/05/19/david-harvey-piketty-and-the-central-contradiction-of-capitalism/

Professor Harvey has always been critical of the view that Marx’s law of the tendency of the rate of profit to fall plays any significant role as a cause of crises under capitalism. In his award winning book, The enigma of capital, he states that “There is, therefore, no single causal theory of crisis formation as many Marxist economists like to assert. There is, for example, no point in trying to cram all of this fluidity and complexity into some unitary theory of, say, a falling rate of profit”. Leer más…

“La deuda, las deudas”: Edgardo Logiudice

23/12/2014 Deja un comentario

De esclavo a súbdito

de súbdito a ciudadano

de ciudadano a deudor

Ajo (María José Martín de Hoz)

Historia de la Humanidad

 

Preocupaciones

Dos parecen ser hoy las principales preocupaciones de las usinas ideológicas del pensamiento económico, político-económico, de los sectores dominantes. La desigualdad extrema y el funcionamiento de los mercados financieros. Dos caras o dos aspectos del capitalismo hegemonizado por el sector de las finanzas.

De los premios Nobel de la primera década de este siglo, también dos son los elegidos como portavoces por los grandes medios de difusión especializados en negocios y finanzas. Ellos llegan como voces de alerta frente a los límites escandalosos de la ortodoxia del llamado neoliberalismo. Ello les otorga cierto aire de progresismo que algunos sectores, particularmente los presuntos neo-keynesianos, se hallan dispuestos a comprar. La cerrazón de los grupos más conservadores, en especial en los Estados Unidos los republicanos, ayudan a abonar ese supuesto carácter. Leer más…

“Los límites del capital en España: Las raíces de la “nueva normalidad””: Greig Charnock, Thomas Purcell, Ramon Ribera-Fumaz

05/12/2014 Deja un comentario

xjPv0IUaResumen
Este artículo explora las raíces de la difícil situación actual en el Sur Europeo, donde el crecimiento económico futuro probablemente será débil y acompañado de niveles de desempleo “estructural” masivos, desigualdad creciente y sucesivas crisis de cohesión social y política. Para ello, el artículo toma a España como caso paradigmático de esta “nueva normalidad”, y sostiene que la “racionalidad irracional” de la crisis en el capitalismo puede verse en los sucesivos ciclos de crisis que han resultado en el presente escenario económico catastrófico español, y – a través de la Unión Económica y Monetaria Europea – en la limitación de oportunidades políticas para restablecer el crecimiento más allá que en la subordinación de la reproducción social al poder del dinero y la (cada vez más autoritaria) ley. En este sentido, el artículo se enmarca en análisis diacrónicos basados en la teoría del valor del desarrollo capitalista que trazan la prefiguración de las formas contemporáneas de crisis en la formación y “resolución” de los ciclos precedentes de sobreacumulación y devaluación.

‘Las crisis, podemos concluir, son racionalizadores irracionales de un sistema irracional.’[2]

‘Tenemos un capitalismo rentable con alto desempleo. Es una combinación singular de capitalismo con austeridad que funciona en términos de beneficios pero no restablece crecimiento económico a un nivel que pueda resolver la crisis de la desocupación… Esto es la nueva normalidad [new normal]. [3]

En 2006, en el punto álgido del boom económico, el presidente de España, José Luis Rodríguez Zapatero, celebró el llamado milagro español: ‘Es difícil’, resumió, ‘encontrar en nuestra historia moderna un período de estabilidad política, crecimiento económico y bienestar social como el que hemos experimentado desde 1986’. ‘No hay duda’, añadió, ‘que España es más moderna, más prospera y está más unida que la España que entró en la Comunidad Europea hace veinte años’.[4] Las palabras de Rodríguez Zapatero estaban sustentadas por una década de alto crecimiento económico, en la cual la economía española creció más rápido que la media de la Unión Europea (EU) y creaba empleo a un ritmo que superaba a cualquier otro país de la UE. Sin embargo, sólo tres años más tarde, España se encontraba sumida en una recesión profunda, la más honda desde la transición democrática a finales de los sesenta. Leer más…

“Da MEGA à MEGA2: breve história da edição crítica das obras de Karl Marx”: Hugo E. A. da Gama Cerqueira

05/12/2014 Deja un comentario
i301099RESUMO
Este artigo discute os diferentes esforços para empreender uma edição completa e histórico-crítica das obras de Karl Marx, a Marx-Engels Gesamtausgabe (MEGA): a primeira, liderada por David Riazanov nos anos 1920-30 e, a segunda, o projeto da MEGA2, iniciado nos anos 1970 e ainda em curso. O artigo apresenta essas duas edições e discute seus impactos sobre a interpretação do pensamento econômico e filosófico de Marx.
Palavras-chave: Karl Marx (1818-1883); Friedrich Engels (1820-1895); MEGA; marxologia.
ABSTRACT
This paper discusses the attempts to publish a historical-critical edition of the works of Karl Marx, the Marx-Engels Gesamtausgabe (MEGA): the first one, which was led by David Riazanov in the 1920’s and 1930’s, and the second one, the MEGA2 project which begun in the 1970’s and is still in course of publication. The paper presents these two editions and discusses their impact on the interpretation of Marx’s economic and philosophical thought.
Key words: Karl Marx (1818-1883); Friedrich Engels (1820-1895); MEGA; marxology.

“How capitalism survives”: Michael Roberts

05/12/2014 Deja un comentario

How Capitalism Survives small

Last weekend, I attended this year’s London version of the Historical Materialism conference (http://www.historicalmaterialism.org/conferences/annual11), which for those who don’t know is an annual gathering of mainly Marxist academics, students and activists organised by the Historical Materialism journal. A host of papers and book launch presentations are made, often bringing out new ideas in the analysis of capitalism.

This year’s main theme was How Capitalism Survives and was apparently attended by over 750 scholars, academics and activists. It’s not possible to attend all sessions, of course, so my review concentrates on the economics papers and even there is sometimes based on reading the papers presented rather than on actually attending the session (so be forewarned!).

How does capitalism survive? Well, according to John Weeks, emeritus professor at SOAS, it’s because the capitalist mode of production has had very few of what could be called proper crises (2014 Weeks_Crisis_Izmir). Weeks reckons that only the Great Depression of the 1930s and the recent Great Recession could be considered generalised crises (“episodes of severe contraction”) that affected the world capitalist economy for any length of time or to any depth. Other so-called crises were merely mild recessions or financial crashes that were short and limited to the national economy concerned.

As for the causes, Weeks argues that it was the breakdown in the circuit of capital and the realisation of money that was the problem and had nothing to do with the accumulation of value in the production process, as advocated by the ‘falling rate of profit’ theorists. As he puts it: “The typical “falling rate of profit” mechanism fails to get out of the starting gate as a candidate for generating cross-country crises, much less global ones.” This is because Marx’s law of a rising organic composition of capital would only generate a gradual fall in profitability and there is no mechanism that decides “a critical value” of profit that could provoke a sudden collapse in production or investment or its simultaneous spread globally.

Well, I beg to differ. Starting with Henryk Grossman (http://www.marxists.org/archive/grossman/index.htm) and continuing with the work of many scholars very recently, such as Tapia Granados (http://thenextrecession.wordpress.com/2012/06/26/profits-call-the-tune/), including my own work and that of G Carchedi (The long roots of the present crisis), we find that there is a causal connection between the movement of profitability, profits and slumps in investment and GDP (and see my paper, The nature of current long depression).

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“Sobre el marxismo japonés”: Elena Louisa Lange

21/11/2014 Deja un comentario

El marxismo japonés es prácticamente ignorado en el mundo francófono. Sin embargo, Marx es debatido intensamente en Japón desde los años 1920. Elena Louisa Lange, filósofa y especialista en el marxismo japonés, nos introduce los hitos de la recepción japonesa de la teoría marxista: sobre la naturaleza del capitalismo japonés, la reelaboración de nociones a partir del “marxismo occidental” (reificación, alienación, etc.) y alrededor de la interpretación de El capital, destacando los riesgos de una teoría estrechamente economicista y la riqueza de las nuevas lecturas de Marx.

Entrevista realizada por Vincent Chanson y Frédéric Monferrand para Période.

El marxismo japonés es poco conocido en el ámbito francófono. Exceptuando algunos estudios como el de Jacques Bidet, Kozo Uno et son école. Une théorie pure du capitalisme, aparecido en el Dictionnaire Marx Contemporain, o el número especial de la revista Actuel Marx (Le marxisme au Japon, nº2, 1987) y otros pocos textos, esta tradición está ausente en los debates contemporáneos del marxismo francés. Podría introducirnos brevemente las principales corrientes y las figuras más destacadas de esta tradición?

Hablando en general, es difícil encontrar en el Japón de posguerra un intelectual que de algún modo u otro no haya “coqueteado” con el marxismo. La reelaboración de la tradición marxista en Japón fue tan influyente después de la Primera Guerra Mundial que incluso los intelectuales conservadores sabían que tenían que nombrar a Marx para ser tomados en serio en los debates públicos. No hace falta decir que las teorías marxistas sufrieron no poca resistencia y represión: en las primeras fases de la recepción de Marx en Japón, en la era Meiji (1862-1912), en la era Taishō (1912-1926) y, sobretodo, en la primera parte de la era Shōwa (1926-1945). Cuando al inicio de la era Meiji, el periodo de “occidentalización”, se llevó a cabo la masiva y concentrada recepción de la filosofía occidental -consistente básicamente en un enorme proyecto de traducción para el cual el gobierno imperial creó un ministerio especial-, se introdujeron, naturalmente, lo que se ha dado en llamar la “filosofía burguesa”. Es decir, el idealismo alemán, el racionalismo británico y el empirismo y vitalismo francés (Bergson). Ciertamente, el Manifiesto del Partido Comunista fue traducido al japonés en 1904 por un activista político, Kōtoku Shūsui. Pero en general, el temprano movimiento socialista fue constantemente perseguido durante la era Meiji. No fue hasta los años 1920 que aparecieron publicaciones marxistas, notablemente el primer volumen de El capital, que fue traducido en 1920 y al que siguieron los volúmenes II y III en 1924. Aunque, para poder ampliar este fenómeno en su conjunto, tuvo que llegar la derrota de Japón frente al ejército norteamericano -que irónicamente, en un primer momento, apoyó abiertamente el estudio de Marx en escuelas y universidades. Pero Marx no era un tema exclusivamente académico. La fuerte presencia del marxismo en los debates públicos influenció la sociedad japonesa de posguerra. Estos debates, en forma de mesas redondas y publicaciones en periódicos como Asashi Shinbun (probablemente comparable a Le Monde), formaron durante mucho tiempo parte de la tradición intelectual japonesa. En general, podríamos decir que esta fuerte y concentrada recepción de la elaborada metodología marxiológica, especialmente en lo referente a la Crítica de la Economía Política, después de la Primera Guerra Mundial, es comparable al vigor de la recepción de Hegel e incluso Darwin a finales del siglo XIX. Leer más…

“The Great Meltdown of 2008: Systemic, Conjunctural or Policy-created?”: Workshop with David Harvey, John Weeks, Simon Mohun, Ben Fine, Anwar Shaikh, Al Campbell, David Kotz

21/11/2014 Deja un comentario
f-2011-crisis-unrisd-finalEl pasado mes de octubre se celebró en la Universidad de Izmir (Turquía) un congreso bajo el título de “The Great Meltdown of 2008: Systemic, Conjunctural or Policy created? Workshop” en el que participaron algunos de los más renombrados economistas marxistas. Las presentaciones de David Harvey, John Weeks, David Kotz, Simon Mohun, Anwar Shaikh, Al Campbell y Ben Fine fueron grabadas y aquí las recogemos.
Izmir University of Economics
The Great Meltdown of 2008: Systemic, Conjunctural or Policy created? Workshop